Cultura, a grande ausente na campanha presidencial da França

Entre os temas defendidos com ardor na campanha dos candidatos que lutam para entrar no Palácio do Eliseu para um mandato de cinco anos, a cultura não foi incluída. Um paradoxo, em um país famoso por seu patrimônio artístico, que rende mais para os cofres do país do que a indústria automobilística.

Por Leticia Constant

1707018A França acaba de viver uma campanha presidencial intensa, marcada pelo debate televisivo inédito entre os 11 candidatos, dos mais fortes aos nanicos, e comícios supermidiáticos por todo o país. Emprego, segurança, economia, aposentadoria, imigração e Europa foram temas onipresentes, e nesse leque, alvo das argumentações mais inflamadas, ela ficou ali no cantinho, invisível, esquecida, fora de foco. Eu estou falando da Cultura.

Não que os presidenciáveis não tenham propostas em seus programas, mas trazê-las à tona em debates decisivos para atrair votos é outro assunto, ainda mais em um contexto histórico de indecisão

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