Parabéns Zé Ribamar…ah e desculpe o atraso

charge-bessinha_sarney-no-formolA falta de qualquer registro sobre uma das mais importantes efemérides do calendário desta nação cada dia menos tupyniquym ocorrida na última quinta feira (24) foi mesmo, como alertaram vários amyg@s e leitores, foi algo mesmo tipo imperdoável.

Mas errar é humano, né não…

Entonces, mesmo que meio atrasado, o Marv@da manda seus parabéns para o Zé Ribamar que completou 84 anos de vida…

Ah. Também meio atrasado o Bezerra te manda lembranças…

Sabemos – eu e o Bezerra – que talvez Vossa Senhoria preferisse um Happy Birthday, Mr. President na voz da Marilyn Monroe…mas, infelizmente,…

O roubo da história

Do Açoitador de Plantão*

Chicotadas na MídiaPara a Biblioteca Digital do Senado, por duas décadas da história do Brasil, só existiu o senhor José Sarney, que foi e é senador biônico, senador e governador do Maranhão.

Além de digitalizado, Sarney, o eterno, também deverá ser mumificado.

Deu no “Estadão” de domingo (16/3). Quem pesquisar no período de 1970 a 1990, terá a impressão de que só existiu um político em solo brasileiro, o maranhense José Sarney. Conhecido por ter transformado o Maranhão em um feudo de sua propriedade e de seu clã, agora aparece como ladrão da história do Senado e da própria República, a história da nação.

Sarney também foi presidente de 1985 a 1989, por ter sido ungido candidato a vice-presidente de Tancredo Neves (1910-1985) que morreu antes de tomar posse.

São 10.677 texto no acervo de jornais e revistas que aparecem quando o assunto é Sarney. Até a saúde de sua mãe, Dna. Kiola, aparece na busca mas não aparece nada sobre a Constituinte.

Sobre a Assembleia Constituinte de 1988, ha um arquivo exclusivo em que José Sarney aparece com 19.847 textos, 58 por cento dos quase 34 mil registros.

É o maior roubo da história jamais ocorrido em território brasileiro. Porém, perde para o roubo maior praticado pelas tropas brasileiras no Paraguai em 1879. Levaram do país que já havia deposto as armas, todos os documentos do arquivo nacional, a história paraguaia desde a sua fundação até o término da guerra da Tríplice Aliança. Este arquivo reclamado hoje pelo povo paraguaio continua guardado no Itamarati.

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