Acorda Dilma! Foi um Golpe e não Revolução…

Acredite quem quiser! A Biblioteca da Presidência ainda trata golpe de 64 como “vitória da revolução”!

ACORDA

Esta incrível e quase inacreditável informação é da Agência Brasil e compromova que após mais de 20 anos de “democracia” a história do mais obscuro e repugnante período da história brasileira, a “verdade histórica” ainda contempla a versão defendida pelos golpistas e falta coragem política para os nossos líderes para enfrentar a caserna.

Sinceramente, o Marv@da C@rne está decepcionado com a Presidenta Dilma Roussef que, como poucos, sentiu na própria carne os maus feitos da Ditadura!

Aliás, é também decepcionante a declaração de Dilma de que devemos respeitar o “pacto democrático” que possibilitou a anistia de estrupadores, torturadores e assassinos!

Resta perguntar a Presidenta se ela está mesmo acordada, porque se não está, em nome das vítimas da Ditadura e de seus familiares, suplicamos:

Acorda Dilma!

#NósSóQueremosJustiça

Confira abaixo na íntegra a notícia publicada pela Agência Brasil.

“Considerada por historiadores, pesquisadores, cientistas políticos, parlamentares e juristas, além de diversas entidades como um golpe, a ação militar que há 50 anos, no dia 31 de março de 1964 instituiu a ditadura e um regime de opressão no Brasil, ainda é considerada como “vitória do movimento revolucionário” pela Biblioteca da Presidência da República.

Procurada, a instituição informou que não há, no momento, motivos para mudanças. No espaço dedicado à galeria dos ex-presidentes da República, a biblioteca registra que o então presidente da Câmara dos Deputados Ranieri Mazzilli assumiu a presidência em 02 de abril de 1964 “por convocação do Congresso Nacional, que anunciou a vacância do cargo, após a vitória do Movimento Revolucionário de 31 de março de 1964”.

A instituição informa ainda que, depois de 16 dias no poder, Mazzilli entregou o cargo “ao primeiro Governo da Revolução: marechal Humberto de Alencar Castelo Branco”. Para o secretário Nacional de Justiça e presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão, a denominação mostra que “alguns setores ainda não fizeram a devida condenação moral à ditadura e à ruptura com as instituições”. “Isso está no campo das disputas simbólicas em torno da ditadura militar.

Evidentemente, que quem inseriu isso lá [na biblioteca] no passado tinha essa convicção. Resta às pessoas do presente modificarem”, criticou Abrão. “A Biblioteca da Presidência da República tem como função ser depositária de todo o material histórico oficial produzido pelos e sobre os ex-presidentes. A veracidade de fatos históricos registrados nas nossas fontes oficiais não é questionada.

image002A informação histórica é armazenada, tratada e disseminada”, justificou a instituição em nota. O termo ‘revolução’, no entanto, é substituído por golpe em outros textos da galeria de ex-presidente. Na biografia de Mazzilli, a biblioteca descreve que “em 02 de abril de 1964, o presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, assumiu, mais uma vez, a presidência da República, por ocasião do golpe político-militar que depôs o presidente João Goulart.”

Em outra passagem, que descreve a biografia do ex-presidente marechal Castello Branco, o acervo da Biblioteca da Presidência da República também substitui o termo ‘revolução’ por ‘golpe’. “[Castello Branco] foi um dos principais articuladores do golpe militar de 1964, que depôs o presidente João Goulart”, diz o trecho. Questionada sobre a possibilidade de mudança nos trecho que tratam o golpe militar como “vitória do movimento revolucionário”, a direção da instituição informou que qualquer alteração só será feita caso “uma fonte histórica oficial validada sobreponha alguma dessas informações”.

* Marv@da C@rne

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