TV Folha: uma unanimidade

marv@da c@rne XXVI

por João Baptista Pimentel Neto

TV Folha: Uma unanimidade.

Uma das unanimidades do debate no debate sobre a TV Cultura realizado na tarde de ontem na ALESP / Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo foi sobre a rejeição ao espaço cedido pela TV Cultura à Folha de S. Paulo, para um programa jornalístico semanal. Assim todos os oradores presentes, apesar de ressaltarem nada ter contra o jornal Folha de São Paulo, criticaram a “parceria”, apontada como “a mais absurda terceirização que pode ser praticada por uma TV que pretenda manter seu caráter público”. A representante do Sindicato dos Jornalistas, Clélia Cardim, afirmou que o programa da Folha é “careta”, e que os jornalistas demitidos da TV Cultura fariam melhor se tivessem sido mantidos. “Veja aonde chemamos. Uma TV pública que precisa da Folha de S.Paulo para aumentar sua audiência?, completou um deputado petista. A cessão de espaço dentro da programação da emissora para o jornal Folha de São Paulo foi criticada até mesmo por deputados que fazem parte da base de sustenção do governo na Assembléia Legislativa de São Paulo, como por exemplo, o Deputado Beto Trícoli (PV/SP) que afirmou que “A aliança com a Folha de S.Paulo consagra um jornalismo que já está posto, sob a influência do mercado”. Mesmo diante das críticas e de concordar que o tema é polêmico, Sayad defendeu a parceria e aconselhou os presentes vissem a programação para constatar que “não é verdade que estamos nos vendendo ao mercado, a terceiras opiniões”. Sobre o tema, foi informado pelo Deputado Simão Pedro que a proposta de parceria com a Folha foi realmente aprovada pelo Conselho Curador, com a ressalta de que deve ser reavaliada após os primeiros seis meses de sua veiculação.

Sem quórum

Mesmo sem gozar do status de audiência pública por conta da falta de quórum provocada pela ausência da maioria dos deputados da base governista que participam da Comissão, a reunião que teve por objetivo debater a atual situação da Fundação Padre Anchieta, que é gestora das Rádio e TV Cultura do Estado de São Paulo acabou acontecendo já que o presidente da fundação, Joáo Sayad concordou democraticamente em permanecer no recinto. O encontro foi promovido pela Comissão de Educação e Cultura da ALESP e Sayad, durante as mais de quatro horas de duração procurou responder a todos os questionamentos que lhe foram formulados pelos deputados e representantes de sindicatos e entidades culturais presentes. Em suas respostas, Sayad negou por diversas vezes que esteja promovendo um processo de desmonte e sucateamento da Tv Cultura conforme vem sendo divulgado pela mídia. “Nenhum lugar em que estive fiz desumanidade, desmonte, desmanche. Encosto a cabeça no travesseiro e durmo tranquilo”, rebateu o economista que há dois anos comanda um processo “enxugamento” da Fundação que segundo ele é baseado apenas em “critérios de eficiência, impessoalidade e transparência, que é o que pede a gestão pública”.

Manos & Minas

Muito questionado por conta das centenas de demissões que vêm ocorrendo na emissora e das mudanças que tem ocorrido na grade de programação da emissora, Sayad buscou demonstrar tranquilidade e só se exaltou quando acabou sendo acusado de “racista” pela Deputada Lecy Brandão por conta de sua intenção (posteriormente abandonada) de tirar do ar o programa Manos & Minas que é apresentado pelo rapper Rappin Hood e promove a divulgação do hip hop e da cultura de rua. “Que diversidade é essa, que tira o programa dos negros?”, inquiriu Lecy Brandão, completando que, se Sayad tivesse tirado o programa do ar e demitido seu apresentador, como chegou a ser ventilado, teria se comportado como um “administrador racista e preconceituoso”. Diante da acusação, Sayad se exaltou, ergueu a voz e negou veementemente que tivesse tido a intenção de eliminar o programa da grade. “Não sou racista. A audiência muitas vezes é baixa e um administrador tem de ver isso. A sra. não pode me acusar de racista” – retrucou Sayad, que posteriormente mais calmo pediu desculpas a deputada por sua exaltação.

Sem respostas

Realizadas no bloco final de manifestações, as perguntas formuladas pelo presidente do CBC / Congresso Brasileiro de Cinema, João Baptista Pimentel Neto indagando sobre quais os critérios utilizados para contratação e os valores que estão sendo pagos pela TV Cultura para a exibição das programações assinadas pelos Festivais É tudo Verdade e pela Mostra de Cinema de São Paulo; sobre o porque da não continuidade da parceria firmada entre a SAv / Secretaria do Audiovisual do MinC / Ministério da Cultura e a Fundação Padre Anchieta para a realização do Programa DOC TV e ainda, sobre quando a TV Cultura irá enfrentar o problema da falta de diversidade religiosa na grade da emissora, ficaram sem respostas. Pimentel questionou ainda o fato de Sayad durante sua gestão como Secretário de Estado da Cultura de São Paulo ter extinguido o funcionamento das Câmaras Setoriais que funcionam como instâncias abertas a participação popular na elaboração das políticas culturais do Estado de São Paulo. Em suas manifestações finais, o diretor presidente da Fundação Padre Anchieta afirmou que “A TV Cultura que estamos construindo não quer ser melhor, nem pior do que as outras, mas apenas um TV que oferece o que as outras não têm. Nós temos um projeto estratégico que já foi apresentado ao conselho da fundação, e aprovado”.

Sistema Nacional de Cultura

Com 361 votos favoráveis e apenas 1 voto contrário, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou ontem, em primeiro turno, a PEC / Proposta de Emenda à Constituição 416/05, que estabelece os princípios do Sistema Nacional de Cultura. A proposta, de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), precisa ainda passar por um segundo turno de votação, antes de ser enviada ao Senado onde será novamente analisado. O texto aprovado é o substitutivo da comissão especial que analisou a proposta, elaborado pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) e inclui todos os órgãos governamentais, planos e sistemas de financiamento e de informações culturais na estrutura do Sistema Nacional de Cultura. A ideia é aperfeiçoar a colaboração entre municípios, estados e União na gestão conjunta de políticas públicas de cultura. Entre os princípios constantes do texto estão a universalização do acesso a bens e serviços culturais, a complementação dos papéis dos agentes culturais, a democratização dos processos decisórios e a descentralização da gestão.

Participação Popular e princípios

Segundo o Deputado Paulo Pimenta, o sistema deve incentivar criação de conselhos e fundos de cultura, possibilitando uma maior participação democrática e descentralizada dos produtores culturais e das comunidades em geral no debate sobre as políticas públicas relacionadas ao setor. “Assim, estabelecem-se as bases para implantar os componentes das políticas culturais: formação, criação, produção, distribuição, consumo, conservação e fomento”, afirmou Pimenta. Já o autor do substitutivo Deputado Paulo Rubem Santiago disse que o texto está em harmonia com propostas já aprovadas ou em tramitação no Congresso, como o Plano Nacional de Cultura (Lei 12.343/10), o Vale-Cultura (PL 5798/09) e a PEC 150/03, que vincula recursos orçamentários anuais ao setor (2% do Orçamento da União, 1,5% para os estados e 1% para os municípios).Como a PEC trata apenas dos princípios, o sistema deverá ser regulamentado por lei federal, que também tratará da articulação com os outros sistemas nacionais ou políticas setoriais de governo. Nos estados, no Distrito Federal e nos municípios, leis próprias deverão organizar os respectivos sistemas. Conheça AQUI a íntegra do projeto.

Nossas Américas, Nossos Cinemas

Conforme noticiado por este Marv@da C@rne, de 23 a 26 de maio foi realizado em Sobral (CE) o I Nossas Américas, Nossos Cinemas – I Encontro de Jovens Realizadores da
América Latina e Caribe. Estiveram ali reunidos jovens realizadores de quatorze países, incluindo representantes de povos originários, e jovens vindos de todos os estados brasileiros. O encontro contou ainda com a participação de cineastas, cineclubistas, produtores, distribuidores e exibidores alternativos e de velhos militantes do cinema latino-americano e caribenho, tais como, Rosemberg Cariry, Geraldo Sarno, Humberto Rios, Alícia Cano, Lázara Herrera, entre tantos outros. Bastante entusiasmado com os resultados alcançados, o cineasta Rosemberg Cariry declarou que acredita que, “a partir desse encontro, sejam estabelecidas redes solidárias de cooperação, de ensino e de difusão, dentro de um processo de respeito à diversidade e de uma ética que estabeleça a reciprocidade, contribuindo para uma verdadeira universalização das culturas dos nossos povos”. No encerramento do encontro foi aprovada a Carta de Sobral, um documento histórico para o audiovisual latino-americano e caribenho. Confira AQUI a íntegra da Carta de Sobral.

Observatório Brasileiro da Economia Criativa

Em cerimônia que será realizada amanhã, a partir das 10h, no auditório da ENAP / Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), em Brasília, a ministra da Cultura, Anna de Hollanda, lança o OBEC / Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec). Segundo notícia divulgada pela assessoria de comunicação do MinC / Ministério da Cultura serão investidos, ainda em 2012, R$ 12,4 milhões no projeto que será coordenado pela SEC / Secretaria da Economia Criativa e contará com a parceria de várias instituições que através de acordos de cooperação técnica executarão atividades e projetos de difusão como colóquios, debates, estudos e pesquisas de conteúdo acadêmico-científico sobre o potencial da economia criativa brasileira. Ainda segundo o MinC, o novo Observatório buscará produzir, reunir e difundir informações quantitativas e qualitativas sobre a economia criativa brasileira, congregando também uma rede de observatórios estaduais a serem implantados. Ainda em 2012, devem ser implantados pela SEC 14 observatórios para a aquisição de licenças de softwares de análise de dados e para concessão de bolsas de pesquisa de pós-graduação.

em deb@te
Fomento X regulação no audiovisual: por uma nova agência reguladora
por Gustavo Gindre

O governo Fernando Henrique criou um monstro chamado Agência Nacional do Cinema (Ancine), provavelmente a única agência reguladora do mundo que, ao invés de regular o conjunto do audiovisual, ainda mais em tempos de convergência de mídias, concentrava-se apenas nas salas de exibição. Para piorar, não tinha praticamente nenhum poder regulador, salvo as cotas de tela, o registro das obras audiovisuais e mais um ou outro penduricalho. Mas, a coisa ficou realmente séria quando o órgão regulador se tornou o principal fomentador do audiovisual brasileiro. Mal comparando, seria como fundir o BNDES e o CADE numa mesma instância. Enquanto uma parte do novo órgão busca criar agentes econômicos grandes e sustentáveis, uma outra parte busca regular a concorrência e evitar práticas predatórias. Ora, o conflito entre as duas atribuições é óbvio e, no caso da Ancine, só não ocorreu ainda porque a agência é praticamente desprovida de capacidade regulatória. Leia mais…

observ@tóryo do @udiovys@l
13º Forum Brasil de Televisão

Será realizado em S. Paulo, nos dias 4 e 5 de junho, o 13º Forum Brasil de Televisão. Mais de 50 palestrantes, incluindo representantes de mais de 50 canais de TV nacionais e internacionais estarão presentes para discutir as perspectivas e a evolução do mercado de conteúdo audiovisual no Brasil e no mundo. Esta 13ª edição terá as tradicionais sessões de “30 Minutos Com”. Nestas sessões, executivos de aquisição e coprodução de canais de TV aberta e por assinatura de todo o mundo vão expor aos produtores suas demandas de programação, facilitando a realização de negócios ao longo dos dois dias de evento. Este ano, serão realizadas sessões com os canais: Telecine, Multishow, GNT, Universal Channel, ESPN, Rá-Tim-Bum, SescTV, Canal Brasil, Arte 1, WooHoo, MixTV, Cine BrazilTV, Climatempo, TV Escola, TV Brasil, DW, e com as programadoras, Viacom, Fox, Box BrazilTV, Grupo Semba (Angola) e MBC (Coréia do Sul). O Forum Brasil de Televisão é organizado pela Converge Comunicações. Mais informações podem ser obtidas no site www.forumbrasiltv.com.br.

@gend@ de festyv@ys
2° festival sergipano de micrometragens tr3s.minutos

“A democratização do audiovisual revelou uma nova geração de autores que realizam seus vídeos a partir de celulares,webcams, câmeras digitais e outros dispositivos móveis e compartilham suas criações em canais de difusão e nas mídias sociais. Nesse sentido é realizado anualmente, o tr3s.minutos, um festival de filmes produzidos por meio de fontes de captação digitais com até três minutos de duração. O tr3s.minutos põe ênfase na visibilidade da criação espontânea de formatos e em sua segunda edição apresenta o tema “tr3s.minutos contra toda forma de opressão”, uma tentativa de frear a crescente onda ultraconservadora que assola o mundo e, especialmente, o Brasil. A construção do festival essa ano será colaborativa. Qualquer pessoa pode sugerir uma atividade para ser integrada à programação do tr3s.minutos 2012. Basta preencher um formulário simples com o assunto e uma breve justificativa na aba http://www.tresminutos.org/colabore. Os realizadores poderão inscrever vídeos em duas categorias, livre e temática, até o dia 17 de junho no site. Maiores informações pelo e-mail contato@tresminutos.org e no Facebook facebook.com/festival3minutos e Twitter @tr3sminutos.

Mostra abre inscrições para Escolas

Escolas públicas e particulares da Grande Florianópolis já podem fazer as inscrições de turmas de alunos para a 11ª Mostra de cinema Infantil de Florianópolis, que ocorre no Teatro Pedro Ivo Campos de 29 de junho a 15 de julho. Professores interessados em levar seus alunos gratuitamente para as sessões de cinema devem enviar e-mail para agendamento@mostradecinemainfantil.com.br, que a produção solicitará as informações necessárias. Mais informações com Ana Lucia Fernandez pelo fone (48) 9108-8048.

pré estréy@
Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!

Neste sábado (2), a partir das 20h, no Theatro José de Alencar em Fortaleza (CE) acontece a pré estréia nacional do longa metragem “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!, documentário dirigido por Ninho Moraes e Franscisco Cesar Filho. O filme inclui uma inédita e exclusiva apresentação musical ao vivo no Teatro Oficina de São Paulo arranjada e comandada por André Abujamra, com participações de Luiz Caldas, Suzana Salles e Madalena Soares, entre outros. O documentário inclui depoimentos de Gilberto Gil, José Miguel Wisnik, Laymert Garcia dos Santos, Cláudio Prado, Celso Favaretto e Marcelo Ridenti. A produção conta ainda com a participação dos atores Gero Camilo e Carlos Meceni e das artizes Alice Braga e Helena Albergaria. A exibição faz parte da programação do Cine Ceará 2012.

oprtunyd@des & edyt@ys
ProAC /SP

A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo lançou ontem 13 editais do ProAC / Programa de Ação Cultural, no valor total de R$ 12,1 milhões. Os editais abrangem cinco expressões artísticas, sendo elas teatro, dança, circo, artes cênicas para crianças e festivais de artes. Ao todo, 175 projetos serão contemplados. O ProAC Editais tem o objetivo de fomentar a produção artística independente, selecionando projetos culturais promissores por meio de concursos para linguagens específicas. Os contemplados – escolhidos por comissões de avaliação – recebem incentivo financeiro do Estado para executar as propostas apresentadas. O ProAC também possui um edital voltado especificamente para artistas de municípios com até 500 mil habitantes, no valor total de R$ 500 mil.

Ainda na primeira quinzena de junho serão lançados também editais para os segmentos Museus, Artes Visuais e Patrimônio Histórico e até o final do semestre, os editais para Literatura, Cinema/Audiovisual, Música e Diversidade Cultural também estarão publicados. O ProAC é um dos programas mantidos pelo Governo do Estado de São Paulo que têm como objetivo disponibilizar recursos financeiros públicos para fomentar a produção artística e cultural paulista. A proposta é viabilizar projetos que muitas vezes não teriam participação no mercado cultural, mas que têm grande significado para a sociedade. O ProAC Editais é realizado com recursos orçamentários próprios da Secretaria de Estado da Cultura; para 2012, o programa já tem garantidos R$ 25 milhões. Outra vertente do ProAC trabalha com recursos de renúncia fiscal e envolve empresas privadas como patrocinadoras. Trata-se do ProAC ICMS, que começou 2012 com R$ 100 milhões em recursos. A íntegra de cada edital ficará disponível aqui.

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Sob nova direção

A partir do dia 3 de julho, o atual vice-presidente Eduardo Sirotsky Melzer assumirá a presidência executiva do grupo RBS / Rede Brasil Sul. Eduardo substituirá Nelson Sirotsky que se dedicará exclusivamente ao cargo de presidente do Conselho de Administração do Grupo, atividade que acumulará com a coordenação geral do Comitê Editorial das empresas do grupo. A decisão foi ratificada em reunião do Conselho de Administração do Grupo realizada em São Paulo nesta quarta-feira e comunicada aos colaboradores do grupo em nota pessoal assinada por Nelson Sirotsky.  Para Eduardo, o momento traz desafios motivadores. “Temos oportunidades de crescimento no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em nosso país. E a RBS é uma grande empresa, que está preparada para a expansão. É muito motivador, como profissional, poder participar desse desafio e, claro, também é especial por reforçar os valores e as crenças cultivadas pelo meu avô Maurício e pelos meus tios Jayme e Nelson” – afirma Eduardo.

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c@us@s & lut@s
Pela Aprovação da PEC 150 / Recursos Vinculados para a Cultura

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